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domingo, 25 de agosto de 2013

Guido Palomba!! Um Mestre, um Grande Homem!!

Ter vergonha de algumas coisas, explodir de raiva em certos momentos, dramatizar situações ou ter atitudes egoístas esporadicamente é comum na vida de grande parte das pessoas. O problema é quando algumas características passam a ocorrer com frequência e em exagero. Ao ultrapassar esta linha tênue, o diagnóstico pode ser de transtorno de personalidade - também conhecido como sociopatia, condutopatia e psicopatia. "Todos nós temos um pouco de tudo, o problema é a quantidade deste distúrbio", Mania de perseguição, dificuldade em se relacionar, desrespeito constante às normas, impulsividade, baixa tolerância a frustrações, perfeccionismo e falta de determinação são características que, quando em exagero, podem indicar um transtorno de personalidade. "A medida é quando a característica começa a chamar muito a atenção dos outros.
 De acordo com o psiquiatra, um indivíduo com transtorno de personalidade tem três defeitos básicos: são altamente egoístas; não se arrependem dos atos; têm valores morais distorcidos; gostam ou não se incomodam com o sofrimento alheio. "Aparentemente, a pessoa é normal e lúcida, mas tem uma conduta deformada", disse. "O problema foi descrito pela primeira vez em 1835, como insanidade moral. (...) Ao longo dos anos, já foi chamado de psicopatia, sociopatia, condutopatia e transtorno de personalidade,
 A deformação de conduta pode ou não se manifestar, no entanto, não existe cura para o problema, segundo Palomba. "Existe tratamento para controlar", afirmou o psiquiatra. De acordo com a psiquiatra e psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise Leda Beolchi Spessoto, o indivíduo pode ter predisposição aos transtornos, mas o problema está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. "Os traços se formam na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência.
O tratamento é difícil, pois, quando uma pessoa tem um transtorno de personalidade, dificilmente assume o problema. "Se assume, não quer por em cheque que está com o transtorno. E procurar ajuda profissional já é um terceiro passo", afirmou Leda. Segundo ela, o tratamento da doença comportamental fica ainda mais difícil nos casos mais graves, como dos criminosos em série. Afirmou o psiquiatra forense Guido Palomba.

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